Por que contratar uma gerenciadora de riscos no transporte de produtos do agronegócio?

SEM CATEGORIA 27/06/2022

Tornar o transporte no agronegócio mais eficiente é essencial para o país. O setor tem expressiva participação no PIB brasileiro, na geração de empregos e na balança comercial. O problema é que o segmento enfrenta uma série de desafios logísticos.

Entre os principais gaps do transporte no agronegócio estão os altos custos e a sinistralidade. O setor tem sido alvo de quadrilhas de roubo de cargas cada vez mais ousadas e especializadas. Além disso, as más condições das estradas, os altos índices de acidentes e os riscos de avarias à carga ou desperdício durante o trajeto tornam as operações ainda mais críticas.

Em 2021, a participação do agronegócio no PIB brasileiro foi de 27,4%, a mais expressiva desde 2004, e projeções da Confederação da Agricultura e Pecuária (CNA) indicaram a possibilidade de crescimento de até 5% em 2022. O agronegócio foi o responsável por 10% de todos os empregos brasileiros, aponta o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

A balança comercial do agronegócio registrou superávit de US$ 43,7 bilhões de janeiro a abril de 2022 e as exportações cresceram 34,9% no período, segundo o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). Ou seja, se o setor continua aquecido, a necessidade de gerenciar os riscos do transporte no agronegócio é ainda mais urgente.

Neste artigo, vamos entender como uma gerenciadora de riscos pode tornar o transporte no agronegócio mais seguro e eficiente e quais tecnologias estão disponíveis para reduzir os prejuízos causados por sinistros.

O que faz uma gerenciadora de riscos

As gerenciadoras de risco são parceiras fundamentais de embarcadores, transportadores, corretoras e seguradoras. Elas atuam diretamente no desenvolvimento de Planos de Gerenciamento de Riscos, que têm como objetivo principal reduzir os riscos e os prejuízos nas operações do transporte no agronegócio.

Com expertise e vasto conhecimento em estratégias para aumentar a segurança das operações, as gerenciadoras de risco utilizam processos, tecnologias e times capacitados para atender aos critérios das seguradoras e as necessidades de embarcadores.

Além de melhorar a performance do transporte no agronegócio, reduzindo acidentes, preservando vidas e evitando prejuízos, a gerenciadora de riscos também tem papel fundamental na diminuição dos índices de roubo de cargas e na recuperação de mercadorias.

De modo geral, uma GR mapeia e avalia os riscos envolvidos no transporte de cargas, organiza, planeja e implementa ações focadas na segurança e monitora as viagens, possibilitando a tomada de decisões imediata em caso de qualquer alerta de anormalidade no trajeto.

Dessa forma, as gerenciadoras de risco cumprem um papel estratégico na logística de distribuição de produtos do agronegócio e ajudam a garantir que a carga chegue ao destino em segurança e no prazo combinado.

Como ela age para prevenir roubos e acidentes

As gerenciadoras de risco atuam tanto na prevenção quanto na solução de problemas como roubos e acidentes. A partir de um conjunto de boas práticas – definido de acordo com análises, acompanhamento de indicadores, histórico de desempenho e amplo conhecimento sobre as operações -, uma GR consegue minimizar danos, ameaças e prejuízos.

A tecnologia é a grande aliada das gerenciadoras de risco, desde a fase de planejamento e definição das estratégias, roteirização, rastreamento, monitoramento até o treinamento, gestão logística, acompanhamento das operações e auxílio em caso de acidentes e roubos.

Normalmente, a prevenção de roubos e acidentes envolve:

  1. Mapeamento e identificação dos riscos, de acordo com as particularidades e especificidades de cada operação;
  2. Planejamento de estratégias para aumentar a segurança e reduzir sinistros;
  3. Levantamento de soluções e recursos necessários para minimizar os riscos;
  4. Determinação de probabilidades conforme as características do negócio;
  5. Definição de ações para reduzir a previsibilidade da operação de transporte no agronegócio;
  6. Mensuração dos impactos dos sinistros no desempenho da empresa;
  7. Elaboração do Plano de Gerenciamento de Riscos com medidas de prevenção dos riscos e mitigação dos prejuízos;
  8. Acompanhamento para checagem da eficácia das estratégias e ações propostas;
  9. Monitoramento das viagens em tempo real, com comunicação permanente para facilitar a tomada imediata de decisões em caso de sinistros;
  10. Definição de medidas preventivas e corretivas;
  11. Cuidados na seleção e contratação de transportadores e profissionais envolvidos na operação, a partir da checagem de dados e históricos dos motoristas.

Quais os principais riscos no transporte de produtos do agronegócio

Dependente do modal rodoviário, o Brasil ainda deixa a desejar na infraestrutura e na qualidade das estradas. Mas não é só isso. As grandes distâncias a serem percorridas em um país de dimensão continental deixam as operações mais vulneráveis a acidentes.

Acrescente-se à lista os prazos cada vez mais curtos para entregas e os altos custos envolvidos no transporte rodoviário de cargas.

Os roubos também preocupam e causam prejuízos bilionários todos os anos. As quadrilhas estão cada vez mais ousadas e especializadas, de olho em cargas com alto valor agregado e de fácil escoamento no mercado ilegal.

O agronegócio tem sido um dos principais alvos dos criminosos. Além de grãos, o interesse das quadrilhas é grande por defensivos agrícolas. No Brasil, uma prática tem se tornado frequente: a clonagem de documentos de motoristas.

A estratégia dos criminosos é furtar ou roubar documentos pessoais de caminhoneiros e se fazer passar por eles para carregar e desviar as mercadorias.

Como uma GR age para evitar esses riscos

Gerenciar todos os riscos logísticos é uma ação que o agronegócio não pode negligenciar.

Ao contar com uma gerenciadora de riscos experiente e com soluções integradas para a gestão logística e para o aumento da segurança nas operações, o setor consegue prevenir e mitigar roubos, furtos e acidentes.

Além disso, com o suporte de uma GR, é possível otimizar o desempenho da frota e ter visibilidade das viagens em tempo real, identificando exatamente onde estão os caminhões, quais os problemas durante o percurso, possibilidades de atraso e, em caso de acidentes e roubos, acionar imediatamente as autoridades, os times de pronta-resposta e o serviço de inteligência.

Em resumo, uma gerenciadora de risco com expertise de transporte no agronegócio age de forma preventiva, inteligente, efetiva e, quando necessário, corretiva. As ações contemplam:

  • Elaboração de um bom plano de gerenciamento de riscos;
  • Cadastro e consulta eficiente dos profissionais e veículos envolvidos no transporte;
  • Capacitação dos profissionais, com treinamentos periódicos;
  • Uso de tecnologias de gestão logística, rastreamento das cargas, monitoramento das viagens e comunicação com todos os envolvidos.

Liderança e alta tecnologia

Líder em gerenciamento de riscos, a Buonny une todo o seu conhecimento e expertise às mais inovadoras tecnologias para tornar as operações de transporte no agronegócio mais seguras e eficientes.

A empresa conta com soluções como o Buonny Check – o maior banco de dados para consulta de motoristas do país, que oferece a exclusiva tecnologia CheckID de identificação facial.

Quando o assunto é tecnologia de ponta, a Buonny tem mais. A Buonny Tech, por exemplo, disponibiliza os softwares necessários para prevenir os riscos de roubos e acidentes. Já o Buonny Sat faz o monitoramento das viagens em tempo real, protegendo as cargas e os motoristas durante o transporte e aumentando a produtividade.

Para completar o conjunto de soluções, o Buonny Log é a ferramenta ideal para otimizar o uso da frota e reduzir os custos operacionais com ampla visibilidade e gestão inteligente do transporte no agronegócio.

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